E onde estão os BEATLES???? Sério, onde estão os Beatles? The Beatles. Onde?
Resolvi assistir ao VH1 Top Ten: Rock Bands
Legal. Vamos ver:
10 - AC/DC.
9 - Black Sabbath.
8 - U2.
7 - The Clash (?).
6 - Queen.
5 - Bruce Springsteen and the E Street Band (!!!!!).
4 - Pink Floyd
3 - The Who
2 - Led Zepellin
1 - The Rolling Stones
Ok, ok. Stones em primeiro, temos o Zepellin, Pink Floyd, Who, U2, Sabbath. Mas... The Clash em 7o? BRUCE SPRINGSTEEN??? Fala sério. Alguém ouve falar da E Street Band? E o apresentador ainda fala que o único americano da lista é o Bruce Springsteen. Caramba. E o The Jimi Hendrix Experience? Janis Joplin and the Band of Gipsies? Bob Dylan and The Band?
E por que o Clash e não os Ramones? Caracola. E em 7o ainda por cima. Por isso eu nunca gosto de listas. Eu nunca concordo e fico inconformado. Mas... OMITIRAM OS BEATLES ATÉ DAS BANDAS QUE QUASE CHEGARAM LÁ!!!
É sério: Aerosmith, Def Leppard, The Doors (Yeah!), Guns n' Roses, Heart (!!!), Judas Priest, Lynyrd Skynyrd, Metallica, Mötley Crue, Rush.
Qual a desculpa para não ter os Beatles? Não consigo imaginar como eles não entraram nessa lista. Ah. Música pop, é isso? Não, os Beatles não são pop. Eles são rock n' roll puro. A banda que mais influenciou quem veio depois, junto talvez do Led Zeppelin.
Pra mim, ficaria assim:
10 - Ramones
9 - Metallica
8 - Black Sabbath
7 - U2
6 - AC/DC
5 - Queen
4 - Pink Floyd
3 - The Who
1 - The Rolling Stones
2 - Led Zeppelin
1- The Beatles
Impossível deixar Clash no Top Ten. E pra mim (e um monte de gente), colocar o Bruce Springsteen seria como colocar a Janis a sua banda ou o Bob Dylan com a The Band. Ou seja, nada a ver. Argh. A lista estava ótima, mas quando chegou no 5o lugar e eu contei mentalmente os Stones, o Who, o Pink Floyd, o Led Zeppelin e os Beatles, vi que algum muito bom ia rodar.
Mas na minha lista, os Beatles não rodam. E por mais que eu goste de Doors, não tenho como colocá-los entre os 10, seja por popularidade, influência... Ramones e Metallica mudaram muito a música depois deles, fora que só lançaram petardos. Bom, fica assim, por ora.
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segunda-feira, 19 de julho de 2010
VH1 Classics Top Ten: Rock Bands
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quarta-feira, 28 de abril de 2010
Por que certas músicas parecem grudar na gente? Eu como tenho fases com música, estou que não paro de ouvir Gloria, com o Doors. A letra, jorrando erotismo e sexo puro e do bom. Jim Morrison com aquela voz rouca e jeito sensual de cantar. E a banda, tocando com energia... É libído, Mojo Risin', tesão. Fico doido ouvindo uma música que nem é do Doors, só um cover. :)
Como acontece com Bad Day, Supernatural Superserious, Cuyahoga, Pop Song 89 do REM; Where the streets have no name, One e Stay (Faraway, So Close), Bad, do U2; Eight Days a Week, Revolution, Across the Universe, dos Beatles; Don't Stop me Now, Somebody to Love, do Queen; So Lonely, Synchronicity II, do The Police; Back on the Chain Gang, dos Pretenders; I'm a Believer, com o Smash Mouth; You Really Got Me e All Day and All of the Night, dos Kinks; N.IB, Sabbath, Bloody Sabbath, do Black Sabbath; Closer to the Heart, Limelight e The Spirit of Radio do Rush; Rock n' Roll, Whole Lotta Love, Good Times, Bad Times, D'Yer Mak'er, Over the Hills and Far Away; do Led Zeppelin; Axis (Bold as Love), Fire, do Hendrix; Tonight, Tonight, do Smashing Pumpkins; além, claro das várias do Doors, como Touch Me, Hello, I Love You, Love me Two Times, Not to Touch the Earth, The End, L.A. Woman, e por aí vai.
Uma listona gigante, mas nem todas são grandes sucessos das bandas. No fim, é só aquela coisa de "Caramba, o que essa música faz comigo????"
E tem outra: Doors ao vivo é imbatível. Não tem banda que toque melhor. Qualquer música sem graça vira algo maravilhoso. Estou ouvindo Soul Kitchen e a versão de estúdio não chega nem perto. Além disso, você não sabe o que esperar do Jim...
Fim do post inútil.
Como acontece com Bad Day, Supernatural Superserious, Cuyahoga, Pop Song 89 do REM; Where the streets have no name, One e Stay (Faraway, So Close), Bad, do U2; Eight Days a Week, Revolution, Across the Universe, dos Beatles; Don't Stop me Now, Somebody to Love, do Queen; So Lonely, Synchronicity II, do The Police; Back on the Chain Gang, dos Pretenders; I'm a Believer, com o Smash Mouth; You Really Got Me e All Day and All of the Night, dos Kinks; N.IB, Sabbath, Bloody Sabbath, do Black Sabbath; Closer to the Heart, Limelight e The Spirit of Radio do Rush; Rock n' Roll, Whole Lotta Love, Good Times, Bad Times, D'Yer Mak'er, Over the Hills and Far Away; do Led Zeppelin; Axis (Bold as Love), Fire, do Hendrix; Tonight, Tonight, do Smashing Pumpkins; além, claro das várias do Doors, como Touch Me, Hello, I Love You, Love me Two Times, Not to Touch the Earth, The End, L.A. Woman, e por aí vai.
Uma listona gigante, mas nem todas são grandes sucessos das bandas. No fim, é só aquela coisa de "Caramba, o que essa música faz comigo????"
E tem outra: Doors ao vivo é imbatível. Não tem banda que toque melhor. Qualquer música sem graça vira algo maravilhoso. Estou ouvindo Soul Kitchen e a versão de estúdio não chega nem perto. Além disso, você não sabe o que esperar do Jim...
Fim do post inútil.
sábado, 1 de agosto de 2009
Música e o que me importa - The Doors
Sim, não pude evitar falar o que cada um desses músicos, bandas representaram ou ainda representam para mim. Não vou falar da história e coisas que tal porque para isso existe a Wikipedia.
O The Doors é uma das banda norte-americana surgidas na fase áurea do rock, em 1967, impulsionada pelo estouro dos Beatles e uma das que sei o nome dos integrantes de cabeça. Estava comentando isso com a minha amada, que eu tenho essa estranha e inútil qualidade. Jim Morrison (voz), Ray Manzarek (teclado), Robby Krieger (guitarra) e John Densmore (bateria), formaram uma das bandas mais explosivas e polêmicas do rock. E foi essa rebeldia que me fez procurar os Doors, em meus longínquos 18 anos. Estava começando a trabalhar em um banco e tinha um cara, acho que era Sirol, o sobrenome dele. Ele era fã de Doors e falava da banda a todo momento. chegou o amigo secreto da empresa e resolvi arriscar, pedi um CD deles. Ganhei de cara aquela coletânea dupla, com o Jim na capa, sem camiseta. Como a empresa ficava em Alphaville, Barueri e eu morava em Campinas na época, ía embora de ônibus fretado. Sim, 3 horas de ônibus por dia, faculdade a noite, enfim, correria.
Quando a bateria explodiu e começou o primeiro acorde do teclado de "Light my Fire", entrei em extâse. Fiquei ouvindo aquilo a viagem toda. Lembro ainda hoje, que um amigo meu, que faz tempo que não converso, o Sérgio, perguntou se o CD tinha "Touch Me". Ele viu que sim e pediu para ouvir. Outro petardo, outra porrada na minha cabeça. Até ali, eu só gostava de U2. Achava que o mundo era U2 apenas. E com o Doors, começou a minha perdição.
Fui trabalhar na Av. Ipiranga em São Paulo e conheci a Galeria do Rock, ali no centro. Comprei tudo que podia imaginar do Doors. Cheguei a ter todos os álbuns oficiais e mais uns bootlegs. Pirava (e ainda piro) ouvindo "Gloria", do Them, regravada por eles, "Hello, I Love You", "Love me Two Times", "Not To Touch the Earth", "The End', enfim, praticamente tudo. É a banda que ouço quando quero ouvir música alta no carro, é o que gosto de cantar, adoro imitar o Jim Morrison no palco. É sério, eu imitava mesmo, de fingir segurar o microfone, cantar de olhos fechados e tudo, aqueles pulos, cair no chão e continuar cantando. Eu me sinto possesso ao ouvir Doors, especialmente ao vivo. Aquele mistura de Rock, Dionísio e Cabaret é pura psicodelia e loucura.
Passaram-se mais de 10 anos que ouvi Doors pela primeira vez e por mais que eu esteja numa fase REM, é eles que realmente me importam, quando o assunto é Rock.
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